terça-feira, janeiro 18, 2011
Mississipi's Queen
Breves divagações
sexta-feira, novembro 26, 2010
Vício
Seja lá no que for; vício por jogo - seja de azar, seja como torcedor - , vício por alguma prática - comer chocolate - ou, naturalmente, vício em alguma substância entorpecente, lícita - álcool - ou não.
Penso nisso, é claro, por conta do assunto que magnetiza todas as mentes nesse Rio de Janeiro, a violência do narcotráfico e a MUITO BEM VINDA resposta das forças do Estado, estaduais, federais.
Porque, veja bem... CLARO que o consumidor tem culpa nessa conta aí. O negócio é rentável porque vende, e vende muito. E os fumadores e cheiradores se sentem à vontade ou, ao menos, isentos de culpa.
terça-feira, novembro 02, 2010
Sem acentos
Sem acentos: nao ha assentos para todos, ha muito mais gente que lugares, alguem vai em pe ou, quem sabe, nem vai. E alhures, soh ha assentos para aqueles sem acentos, do ingles 'accent', sotaque.
Sem assentos, apenas cem assentos para os sem acentos. Mexicans? NO! Dominicans? NO! Cubans?! of course NO! DON'T YOU KNOW ?!
E que dizer de um texto sem acentos, quando deveria ter algo como uns cem? Soh me resta repetir Billy Eckstine lah dos anos 50: "from the bottom of my heart, dear, I apologize".
terça-feira, julho 20, 2010
Nossa desventura de cada dia
Conhecia o garoto, rapaz gente fina, educado, gente boa mesmo. E pronto, acontece essa tristeza. Muita pena da Cissa, muita pena dele. Que tristeza incomensurável para uma mãe.
E o Wesley, alvejado no CIEP, criança ainda?
Esse eu não conhecia. Mas são tragédias muito próximas, bem mais que a distância geográfica & social que as separou.
Tudo isso fruto de uma terra fértil para a bagunça, para a falta de compromisso, falta de respeito, pátria da espectativa da impunidade aliada a uma legislação frouxa.
brasil.
quinta-feira, maio 27, 2010
Finesse
Um amigo me contou e já confirmo: não, não sou eu, mas também não revelo a identidade. É um amigo. Basta o gênero. Livro, assim, a barra das moças.Veio me dizer que está tomando um remédio e entre as contra-indicações consta a possibilidade de... digamos... "desarranjo intestinal" e, ah... bem, de produção de "freada na cueca". No entanto, como relatar tais contratempos de forma polida?
Fácil!
"Este medicamento pode gerar a ocorrência de emergência fecal (!!) e flatulência com perdas (!!!!)."
Hehehehehee... Adorei.
terça-feira, janeiro 05, 2010
Pode ser... "Me Mudei"
quinta-feira, fevereiro 05, 2009
Música
Eu tentei mas não deu pra ficar Sem você enjoei de tentar Me cansei de querer encontrar Um amor pra assumir teu lugar...
Eu tentei mas não deu pra ficar Sem você enjoei de esperar Me cansei de querer encontrar Um amor pra assumir teu lugar...
É muito pouco Venha alegrar o meu mundo que anda vazio, vazio Me deixa louca É só beijar tua boca que eu me arrepio Arrepio, arrepio
E o pior É que você não sabe que eu sempre te amei Pra falar a verdade eu também nem sei Quantas vezes sonhei juntar Teu corpo, meu corpo Num corpo só
Vem! Se tiver acompanhado esquece, vem Se tiver hora marcada esquece, vem Vem! Venha ver a madrugada e o sol que vem Que uma noite não é nada, meu bem...
(repete)
segunda-feira, junho 23, 2008
Descobri há umas semanas o que é cidade. Verdade.
segunda-feira, maio 05, 2008
Um antigo sucesso dos anos 60 e um outro sucesso há 113 anos...
Can't take my eyes off of you...
I love you baby!
(Vamos Flamengo!)
And if it's quite all right I need you baby
(Vamos ser 'campeão', vamos Flamengo!)
To warm the lonely nights, I love you baby...
(Minha maior paixão, vamos Flamengo!)
Trust in me when I say!
(E essa taça vamos conquistar!!!)
Pardon the way that I stare, there's nothing else to compare... The sight of you leaves me weak, there are no words left to speak... So if you feel like I feel, please let me know that it's real.
You're just too good to be true!
Can't take my eyes off of you !
terça-feira, abril 22, 2008
Violência
terça-feira, março 25, 2008
A que ponto chegamos? (texto sem acentos ou sinais graficos especificos)
terça-feira, novembro 27, 2007
Temas de Legião Urbana. Começando com...
O meu coração já não me pertence
Já não quer mais me obedecer
Parece agora estar tão cansado quanto eu
Até pensei que era mais por não saber
Que ainda sou capaz de acreditar
Me sinto tão só
E dizem que a solidão até que me cai bem
Às vezes faço planos
Às vezes quero ir
Pra algum país distante
Voltar a ser feliz
-o-
Já não sei dizer o que aconteceu
Se tudo que sonhei foi mesmo um sonho meu
Se meu desejo então já se realizou
O que fazer depois?
Pra onde é que eu vou? Eu vi você voltar pra mim
Eu vi você voltar pra mim...
-o-
("Maurício")
quarta-feira, julho 04, 2007
"Brains, more brains!!" (cruzes!)
Vai lá, teste-se!
(Por que a vida não se faz apenas - thanks God! - de coisas chatas e sérias. Há zumbis também!!!)
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terça-feira, julho 03, 2007
Estupefação (uma excepcional e necessária segunda postagem em um dia)
Nesta noite de terça-feira assisti, como faço vez por outra, a uma parte do "Jornal da Band" que, por motivos claros de audiência, termina exatamente quando o "Jornal Nacional", campeão supremo de ibope, começa. O telejornal da TV Bandeirantes noticiou um crime ao qual a Rede Globo, fosse cometido no Rio, daria destaque de "primeira página"; resolvi assistir ao noticiário da Globo para ver de que modo seria anunciado. Para quê...
O crime ocorreu em Porto Alegre, em área de bastante movimento. Um grupo de assaltantes atacou os seguranças de uma transportadora de valores quando estes últimos se encaminhavam para dentro do carro-forte carregando malotes com dinheiro. Um bandido, certamente motivado pelos filmes de ação hollywoodianos, fez-se passar por catador de lixo e, no momento que julgou exato, sacou um fuzil de um monte de papéis amassados que levava em um carrinho de supermercados. Os vigilantes revidaram o fogo que tornou-se cruzado com a chegada de outros três assaltantes por uma rua lateral. O resultado?
Os bandidos fugiram sem levar nada. Dois vigilantes foram feridos. Quatro inocentes também feridos. Uma moça universitária, vinte e poucos anos, que chegava no caixa eletrônico, mor-ta.
A pergunta evidente: Jornal Nacional, por que não noticiar tal crime? Pessoalmente não acredito na hipótese (que alguns levantam há anos) de tentativa de desmoralizar o governo carioca (todos os governos, por anos?) mas fica parecendo que há algo nesse sentido. O "Jornal da Band", por sinal, entrevistou a população local e uma senhora disse o que todos sabemos: "a violência não está só no Rio. Aqui está igual".
Nosso país inteiro sofre com a insegurança. Por que só mostrar as nossas (verdadeiras e escandalosas) mazelas?
Por quê?
E assim caminhamos
segunda-feira, junho 25, 2007
Chamava-se "Retrato de um playboy"
Vem então à público, com voz embargada e tremeluzente - como vela acessa sob brisa - o pai de um dos malandros (muito bem chamados de "playboys" no Jornal Nacional) que espancaram a moça, o tal Ludovico, dizer que "eles erraram, sim, mas deixar as crianças que estudam, trabalham, etc, na cadeia, é demais! é desnecessário!". Entendo que em momentos de tensão as pessoas digam bobagens mas sempre há um limite para a boçalidade. Malandros escudados pela classe social serem chamados de crianças? que vergonha!
Gabriel foi premonitório. Ou melhor, nem tanto. Apenas foi observador, o pensador.
"Pergunta prum playboy o quê ele pensa da vida. Sabe o que ele te diz? (Se borra todo?) Não, mais ou menos assim:"Sou playboy e vivo na farra, vou à praia todo dia e sou cheio de marra. Eu só ando com a galera e nela me garanto, só que quando estou sozinho eu só ando pelos cantos. Porque eu luto Jiu-Jitsu mas é só por diversão (É isso aí meu "cumpádi", my brother, meu irmão). Se alguma coisa está na moda então eu faço também, igualzinho a mim eu conheço mais de cem. (...) E o que eu sinto pelo país é o que eu sinto pelo povo. Olha só que legal quando eu pego um ovo, entro no carro com os amigos e levo o ovo na mão (Olha o ponto de ônibus, freia aí meu irmão!!). E eu taco o ovo bem na cara de um trabalhador que esperava o seu ônibus que passou e não parou. Que maneiro, eu não ligo pra quem tá sofrendo, em vez de eu dar uma carona eu deixo o cara fedendo". Há uns quinze anos eu poderia ser enquadrado na posição social que esses malandros estão agora. Vinte, vinte e poucos anos, zona sul, carro desde sempre (e todos os amigos idem), night, etc. Muitas vezes ficávamos parados ali no posto Mengão, na Lagoa. Dali, após dar uma "calibrada", ia para as boates. Sim, gostava de correr de carro mas normalmente quando NÃO estava com álcool na corrente sangüínea (tanto que aqui estou). E, mais tarde, lá pelas quatro da matina, ia comer um sanduíche no BB Lanches, no Leblon, e depois (ou antes, bem mais cedo; não havia regra), geralmente, uma "patrulha".
A "patrulha" era nada mais que ir ver as moças que trabalham na noite, "na pista", como elas mesmo diziam. Muito diferente dessas "crianças" de hoje, tratávamos bem as meninas. E mais até: parávamos, todo mundo saía do carro e, por vezes, ficávamos por ali, conversando. Numa boa, sem desrespeito algum. Ninguém que eu tenha conhecido pensaria em bater nelas. Gostávamos delas, justamente pelos motivos mais que óbvios.
Essas "crianças" de hoje, e seus pais, são muito estranhos.
sábado, junho 23, 2007
Culinária oriental
Há uns duzentos e trinta e seis anos eu não postava alguma dica de restaurante. Salvo engano a última foi sobre a pizzaria do hotel Intercontinental, praia de São Conrado. Pois então, aí vai outra.